.comment-link {margin-left:.6em;}

vai, vem, vai, vem...

E há de chegar o dia em que olharei para estes textos e direi a plenos pulmões: Puta merda! Que coisa ridícula! Será que vai ser amanhã ou foi ontem e não percebi?

quinta-feira, dezembro 30, 2004

Novo ano, ano novo... tudo igual, ou não.

Estimadas leitoras,
aproveito as minhas últimas horas antes de viajar pra floripa, e aproveitar a (talvez) última oportunidade de fazer tal tipo de viagem, (são 2 e meia da manhã e o pessoal chega às 5...) pra fazer um balanço sobre o ano que passou. Embora não veja razão de tanta festa por causa de um número que muda, vou seguir a massa, resumir e refletir sobre o que passou.
Bom, nesse ano encarei o fim inevitável de um razoavelmente longo namoro; descobri que não era bem isso que gostaria de ter feito, arrependi-me, fui rejeitado, revoltei-me e continuo empenhado em esquecer; nesse período me dei conta de que meu melhor amigo é mais que isso, é além de vizinho, um irmão; fui um lixo na faculdade; aprendi um pouco sobre o mundo de trabalho; passei quase um quinto do ano fora do país; fiz novo amigos e recuperei antigas amizades; me apaixonei por algumas garotas; as mesmas corresponderam com alguns 'foras'; treinei e corri uma meia maratona; comprei minha bateria e tento acompanhar uma 'quase-banda'; Comecei a gostar de ouvir Alanis, mudei razoavelmente o meu gosto musical e descobri novas bandas; Descobri que gosto de dançar, embora não saiba; comecei a aprender uma luta.
Não há dúvidas que estes são apenas alguns, talvez os mais marcantes, que, embora possam não ser a situação exata, pelo menos tiveram bastante influência sobre os momentos subsequentes.
Não quero fazer com que dia primeiro se torne o primeiro dia do resto de minha vida. Basta que este seja a continuação do meus planos e projetos, que tiveram início no dia 30 de janeiro de 1985. Se não for assim, não terá a miníma graça começar algo difícil e abandoná-lo, porque 'ano novo, vida nova'... ou, usando o mesmo lema, fingir que os problemas existentes no dia 31 deixarão de existir na manhã seguinte, sendo destruídos pelo estrondo dos rojões de Copacabana.
Gostaria de escrever mais, e pensar mais sobre os 363 dias que se passaram, mas o cansaço Morfeu está vencendo a batalha. Deixo então um 'feliz ano novo', ou como dizem alguns, "boas entradas" (embora esta última possa levar a interpretações pecaminosas...).
Ps: sugestão de livro... Elogio ao Ócio, de Bertrand Russel... 'devorei' o livro em 2 dias e meio. Realmente, muito bom.
Ps2: Músicas que estão sempre na minha cabeça: you oughta know; kiss me; hotel california; can´t stand me now. todas por motivos diferentes.

segunda-feira, dezembro 20, 2004

Putz!

Queridas leitoras,
Putz... dois dias depois de postar a primeira revolta pessoal, sou obrigado a repetir tal indignação. Acabo de ter o mesmo problema. Diga na cara! Não enrola! é melhor assim!
bom, sei lá, vou pegar uma música depressiva e começar a ensaiar talvez escreva algo de novo(não denovo) mais tarde. É só.

sábado, dezembro 18, 2004

Fora...

Esse é um post de algo que já aconteceu há algum tempo, nem muito nem pouco, simplesmente algum... e nem sei por que me lembrei disto... mas é fato: veio a lembrança e a revolta, como vocês virão a seguir. "Please fasten your seat belt and enjoy the flight"
Caramba... sabe aquela baboseira que escrevi uns meses atrás, ou seja, o ultimo post, em que digo que não vou falar nada sobre mim mesmo? esse mesmo, o último... Pois é, esqueçam. o Tempo passou e algumas coisas mudaram, inclusive meu humor. Porra, consegui em menos de 24 horas levar dois foras que não esperava. O problema nem foram os foras (mais ou menos... é lógico que tem grande influência sobre o humor, em especial se você não está 'cagando e andando' pra pessoa), mas a forma que foram dados: um caracterizou-se por uma 'mentirinha' (descoberta por acaso) e o outro pelo mais puro silêncio (observado empiricamente, dado que não houve o menor esboço de reação), não necessariamente nesta ordem.
Qual é o problema com vocês, minhas leitoras?! O que é que custa dizer algo?! E, além disso, que este algo seja verdade?! Não deve ser tão difícil. Sem desculpinhas de que não falar a verdade "vai magoar", ou então "que não fica legal fazer assim"... Qual é?! Por que não virar na cara e responder: "não, por causa disso, disso e disso." ah, vale lembrar que "isso, isso e isso" devem ser alguma verdade, por menos agradável que seja. Sinceridade não é algo tão ruim assim. Por mais que possa incomodar no começo, é melhor do que indiferença ou falsidade.
Ah, to de saco cheio, foda-se o mundo, vou me concentrar em algo mais importante do que os foras levados: minha apresentação de uma música amanhã(19/12/2004) às 16:00 no bar do Tom... estão todas convidadas, minhas pouquíssimas leitoras (e talvez algum leitor perdido na internet). É só uma música, mas já é um começo.

Ps: peço desculpas pelo pouco empenho em escrever algo decente, sem a menor organização ou estilo, mas estou realmente puto. Aliás, desculpem também o estado do humor e o linguajar deste que vos escreve.
Ps2: puta que pariu, que se foda tudo, menos a minha bateria, que, depois de muito esforço na limpeza, está brilhando.
Ps3: sugestão de música: estilo - desprezado e puto:
-sixpence none the richer: 'kiss me',
seguida de
-robbie willians: 'sexed up'