.comment-link {margin-left:.6em;}

vai, vem, vai, vem...

E há de chegar o dia em que olharei para estes textos e direi a plenos pulmões: Puta merda! Que coisa ridícula! Será que vai ser amanhã ou foi ontem e não percebi?

quarta-feira, setembro 21, 2005

Vai ver ainda tem solução.

Estimadas leitoras,
.
tendo em vista que os últimos 10 posts foram completamente pessoais, acredito estar no hora de mudar o tema. Já estava ficando um pouco repetitivo. Desta vez o assunto tenta ser sério, ou quase.
.
Numa aula, há duas semanas, teve início uma discussão sobre a possibilidade de "consertar" o Brasil. Muito foi dito, mais da metade era irrelevante, mas então veio uma proposta: Era a própria professora, que no primeiro período havia feito um discurso pessimista até o último argumento. Era estranho. Agora, ela mesma propunha uma medida que ajudaria na solução. Será que a sua argumentação realmente vislumbrava alguma solução ou era apenas um tentativa de encorajar jovens mentes a tentar algo que ela também já houvera almejado?
.
É estranho pensar que algo não tem mais solução. Isto parece ser uma rendição, desistir, ou melhor, reconhecer que não se é bom o bastante para enfrentar o problema. Não me parece razoável, do meu ponto de vista racional, concluir que nada mais possa ser feito, pois sempre há uma idéia nova a ser descoberta, um raciocínio para ser encadeado, ou mesmo, uma feliz coincidência para ajudar na resolução.
.
Deixando o lado teórico de lado, voltemos para a proposta, bem simples e perfeitamente plausível, mas que geralmente se ignora: Se alguém é corrupto, cometeu algum crime ou coisa do gênero, já que o Judiciário não funciona, que se inicie a condenação moral por parte daqueles que o cercam. Não se trata de discriminar, ou xingar a pessoa, mas simplesmente ignorá-la por completo, ou seja, corte relações com ela.
.
Logicamente isto vai ter custo alto para alguns: Uns vão perder o fim de semana na casa de praia do senhor que usou informação privilegiada para fazer sua fortuna... outros perderão a facilidade de furar filas em órgãos públicos por conhecerem o "manda-chuva" da repartição... há também aqueles que se valem do abuso de autoridade exercido por algum policial amigo para obter vantagens... E logicamente, as festas milionárias, com os "famosos" ladrões: você abriria mão disso também?
.
Este é o,corrigindo, é um dos problemas: Todos querem que a ladroagem pare de roubar, mas poucos são os que estão dispostos a abrir mão da participação nos lucros das pilhagens, mesmo que indiretamente. E assim como não existe pessoa mulher meio grávida, não há modo de exercer meia condenação moral. Ou você ignora quem está fazendo algo de errado ou não. Não nego que haverá um custo, mas quem foi que disse que existe "free lunch"?
.
Resumindo: Condenação moral. Se o Poder Judiciário não é capaz de condenar, que o façamos nós, sem qualquer ato ilegal. Basta se afastar e ignorar por completo a existência de tal pessoa.
.
Alguma sugestão: proponha...
.
.
.
Música: Ultraje a Rigor - Inútil

domingo, setembro 18, 2005

A banda sem nome!

Putz, este que vos escreve mal tem forças para digitar as míseras palavras que poluem seu monitor. Dia consativo, mas legal. Deveria ter estudado... lógicamente não fiz (mas ainda me resta a madrugada toda). Hoje foi o dia para tocar com a nova banda. Bem, vamos fazer umas correções... "tocar"... hmm tentar tocar para ser mais preciso (mas até que saíram uma músicas legais); segunda retificação... "banda"... ainda não, vamos dizer que é um grupo de pessoas com o objetivo de fazer barulho, afinal, ainda falta bastante para virar música.
.
Como baterista, coube a mim o maior trabalho. Embala a bateria toda, guarda na caixa, prepara o carro, coloca a estante da mesma na mala, leva a caixa até o carro. Ih, falta levar o amplificardor... e o banco, quase me esqueci! Dirige até o galpão e tira tudo do carro e monta a bateria e ajusta os pads e pluga os fios e, finalmente, começa a tocar! tum ti ta ti tum ta ta ta tum... e desmonta tudo e guarda na caixa e coloca no carro e volta pra casa e tira do carro e sobe com tudo isso e monta novamente em casa. Putz, como seria mais fácil uma guitarra!
.
O repertório ainda está bem amplo, como uma forma de descobrir o que agrada aos componentes: Teve The Cure, the strokes, metallica, passando por eagles até chegar a gabrielle (e sua "Out of reach"), logo complementada por "smells like teen spirit", ou seja, uma verdadeira zona. Realmente muito divertido. Agora só falta o nome, pequeno detalhe, não?!
.
Tanta coisa para fazer serviu bem para evitar pensamentos desnecessários e que só geram dor de cabeça. Música alta... não, essa definitivamente não faz minha cabeça doer. Era o que estava precisando.
.
Agora está na hora de abandoná-las, adoráveis leitoras. Estudar na última hora pode não ser a melhor opção, mas´é melhor do que nada fazer.
.
.
Música: Pearl Jam - Last kiss
É uma música até bonitinha e que esteve no nosso repertório hoje.
.
.
.
PS: COMENTE ! Quero saber quem são os desocupados que visitam esta página! ah, atentem para as letras que vocês precisam digitar (para evitar spams nos comentários).

sexta-feira, setembro 16, 2005

Insanidades... ou não.

Este post já estava pronto na minha cabeça desde as 9:30 da manhã, quando um susto se transformou numa agradável surpresa e me deu outro dia de presente. Bom, na verdade o susto foi maior do que a agradável surpresa... realmente não esperava este inesperado encontro. De tão imprevisto, foi bom para me mostrar como reagi, completamente indefeso, sem bloquear qualquer pensamento, já que na fração de segundo entre o "oi" e o abraço, nada veio em minha mente: nem como agir, nem como não agir.
.
Desta vez estava de costas quando fui surpreendido. Para a minha sorte, não reagi ao susto com uma cotovelada, como seria de se esperar após tantas horas de treinamento no krav magá. Organizando melhor os pensamentos, algumas horas depois, fui perceber que o abraço que ela recebeu deve ter sido até meio assustador, pois, embora de lado (já que eu segurava um joelho recém saído do forno na mão direita), foi bastante apertado. No "tradicional" beijo de amigos as cabeças se cruzaram em tão curta distância que estaria mentindo se disse que, por uma fração de segundo, um impulso não me veio a mente (que, lógicamente, foi contido...).
.
Resumindo, este texto está reunindo uma enorme carga de insandades somente capezes de existir nos momentos em que não hajo racionalmente, no momentos em que não estou tentando prever movimentos ou planejar os próximos passos. Segundos como esses são raros, mas até que podem ser legais.
.
.
música: Iris - goo goo dolls, não por uma questão de letra, mas por uma questão de gosto, incluindo o de outrem.

Não pense, leia...

Não venho hoje escrever algo de relevante ou que simbolize alguma coisa de minha deturpada mente. Não. Quero mesmo é postar um musica que achei perdida num cd, jogado na bagunça do meu carro. Não interprete, não imagine, não relacione, pois não há nada para comparar. Apenas leia e divirta-se.
.
Ps: o tema sério deve sair hoje a noite ou, no mais tardar, amanhã de tarde... prometo.
.
A tão prometida música:
.
GabrielleOut of Reach
.
Knew the signs
Wasn’t right
I was stupid for a while
Swept away by you,
And now I feel like the fool.
.
So confused, my heart´s bruised,
Was I ever loved by you?
.
Out of reach, so far,
I never had you heart,
Out of reach, couldn’t see,
We were never meant to be.
.
Catch myself from despair,
I could drown if I stay here,
Keeping busy every day,
I know I will be okay.
.
But I was
So confused, my heart´s bruised,
Was I ever loved by you?
.
Out of reach, so far,
I never had your heart,
Out of reach, couldn’t see,
We were never meant to be.
.
So much hurt, so much pain,
Takes a while to regain what is lost inside,
And I hope that in time, you’ll be out of my mind.
I’ll be over you.
.
But now i’m.
So confused, my heart´s bruised,
Was I ever loved by you.
.
Out of reach, so far,
I never had your heart,
Out of reach, couldn’t see,
We were never meant to be.
.
Out of reach, so far,
You never gave your heart,
In my reach, I can see,
There’s a life out there for me.

terça-feira, setembro 13, 2005

Sem querer...

Como é que temas inocente conseguem ter repercursão?! O último post, completamente sem intenções conseguir fazer muito mais do que eu teria conseguido imaginar! Eu, hein... vai entender esse mundo. Não sei se esse é o caso, mas parece que pelo menos em outros aspectos da vida as coisas parecem estar indo bem. E o motivo, acho que sei: não me preocupar com essas coisas. Simplesmente as deixei de lado e parece que se resolveram sozinhas.
.
AH, chega. Já disse muito com poucas palavras. Aconteceram mais umas coisas interessantes hoje... mas deixa para outro dia. Vou é dormir.
.
.
Música: Barão vermelho: a chave da porta da frente.

sexta-feira, setembro 09, 2005

como ganhar o dia em instantes:

Estimadas leitoras,
.
Devido a compromissos acadêmicos inadiáveis (leia-se provas no final de semana), não sérá possível dedicar mais que 5 linhas a esta post. Portanto vou resumir o dia em poucas palavras:
.
Lá pelas 8:30 da manhã, um encontro casual com a pessoa mais doce do mundo conseguiu acabar com meu mau-humor matinal e deixar um sorriso no rosto pelo resto do dia. Não foi nada demais, só uns 3 minutos de conversa, mas o suficiente para encarar bem todos os problemas que estava por vir ao longo da tarde.
.
Resumindo: acho que uma pessoa assim está fazendo falta na vida deste que vos escreve. (putz, que frase mal escrita, mas ficou bem ritmada, assim como o título do blogger)
.
Volto qualquer outro dia para os detalhes.
.
Música: Sweet child of mine - Guns n´roses

segunda-feira, setembro 05, 2005

Curtas

São apenas tópicos ao invés de um longo post:
.
- este que vos escreve é agora o feliz proprietário de uma Roland TD-8 (um bateria eletrônica; meu sonho de consumo... depois da Elizabeth Hurley, é claro). Aliás, comprar esta bateria me fez ir dirigindo com um amigo até São Paulo e voltar no mesmo dia... saida às 07:00 e retorno às 20:30 (aqueles caminhoneiros do Carga Pesada que me aguardem).
.
- finalmente me foi entregue a faixa amarela de Krav Magá. Aleluia irmãos!
.
Isto é tudo o que meu precioso tempo permite escrever.
.
.
Música: Ultraje a Rigor - Nada a declarar.

sexta-feira, setembro 02, 2005

Certas coisa não mudam... (ainda bem)

Caramba! Mais de duas semanas sem uma linha escrita! Bom, a vida está realmente agitada e minha mente está meio afastada de idéias não-acadêmicas, ou seja, nenhuma inspiração para escrever. Mas hoje vai ser um pouquinho diferente... embora tenha um texto muito legal para escrever, vou deixá-lo para outro dia e digitar um pouco para passar o tempo.
.
É legal ver que ainda existem certas pessoas com quem pode-se ficar meses sem ver, falar, encontrar, mas na primeira oportunidade em que se estabelece qualquer conversa parece que não se passou tempo nenhum. Mais incrível do que isso é ver que esta mesma pessoa, alguém por quem já se nutriu um 'sentimentozinho' muitos anos atrás, ainda é capaz de trazer essas sensações, não importando quantas outras pessoas já tenham passado no meio do caminho.
.
É bom para ver que realmente o 'correr atrás', embora possa dar algum resultado no curto prazo, não tem muita consistência para durar: acaba mais cedo ou mais tarde. Por outro lado, essas amizades com completa intimidade, para falar a besteira que quiser sem a menor preocupação do que o outro irá pensar (pois se sabe que em nada vai mudar a relação), revelam o real teor de como tudo deveria ser. Fato: não é, mas deveria.
.
Êta papo de bêbado... sem pé nem cabeça.
.
.
ah, tá bom... não sei mais o que escrever... ansiedade... acho que é melhor deixar as coisas para amanhã. Pelo menos desta vez.
.
música... Chronicles of life and death - Good Charlotte