Expectativas nada racionais
Abandonadas Leitoras,
primeiramente o autor destes post insensatos e irrelevantes pede desculpas por sua falta de comparecimento no vosso prazer (por favor, respeito... estamos falando apenas de prazer literário). Desta vez não há como culpar provas ou outros compromisso, mas apenas um período de súbito desinteresse, diretamente relacionado com a falta de idéias, que, por sua vez, se relaciona com a ausência de grandes novidades tangíveis. Existem apenas expectativas... estas não são suficientes para inspirar um post.
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Como já puderam constatar com os textos anteriores, há correlação direta entre problemas e número de linhas escritas. Putz, que saco... um blogger de resmungos. Como é que vocês conseguem ler isso?
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Deixando a metalingüística de lado, que se volte para as expectativas. Embora insuficientes para um post, é a única coisa que permanece em mente. Depois de muita batalha, foi possível construir uma chance: uma chance única, que pode levar todas as expectativas adiante, como pode também jogar uma bela pá de cal. O resultado vai depender de alguns fatores alheios ao meu controle... bem... em parte. Para onde ir, o que fazer e o quanto vai durar, está diretamente relacionado à terceira parte. O máximo que posso fazer é obter as informações antes do deadline (e, assim, planejar melhor). A outra parte está diretamente relacionada a minha presença... quanto a isso não há o que pensar; é só respirar e falar, não necessariamente nesta ordem.
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Caso não tenham entendido uma só palavra do que foi dito, relaxem, em menos de uma semana tudo fará sentido.
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Mudando de assunto... agora um pouco de maldade. É incrível como o simples fato de ignorar já inverte completamente a situação entre pessoas. O "psicopata" se torna a "vítima" e a "pobre vítima" o "psicopata". Há quem diga que isso rende longas conversas, mas a realidade é que o assunto não vale mais do que pequenos comentários irreverentes (digamos assim, para ser politicamente corretos). Realmente, o melhor a fazer foi o sugerido desde o início: "deixa rolar". Atualmente este conselho está me rendendo mais diversão do que o estresse inicial.
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Momento diário: hoje a aula de krav magá foi um completo desestresse. Uma aula inteira de soco. Foi tanta porrada e explosão nos golpes que minha mão direita está com a pele completamente roxa sobre os ossos que batem no soco (não sei o nome em português... em inglês seria knuckles). Embora já estivesse com a mão meio doída a adrenalina era tanta que a dor era ignorada no diversos períodos de ataque. Resumindo: muito bom.
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Agora... hora de dormir. 1:30 am é meio tarde.
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A música certamente se relaciona com algum desses parágrafos deste post. Só não indico qual porque nem eu mesmo sei. Dois deles representam pessoas de características antagônicas, mas que agora não se mostram tão claras em minha mente. Parece que o doce e o azedo não mais se diferenciam de um acre-doce. Melhor dormir e esquecer esta confusão, afinal, de azedo já basta limonada. Quero mesmo é açucar na minha vida (não, se você for um agente da PF, tenha certeza de que isso não é código para venda de drogas. Já basta o time do flamengo em minha vida).
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LEANN RIMES - The right kind of wrong
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Como estou sem paciência para transcrever a letras, fica o link de um site.
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