Não foi você quem quis saber?
E não é que a história se repete... obviamente teve suas peculiaridades, mas em linhas gerais, tudo aconteceu da mesma forma. Não há forma melhor de resumir isso do que uma musica que gosto muito do Chico Buarque:
Aquela Mulher - Chico Buarque
Se você quer mesmo saber
Por que ela ficou comigo
Eu digo que não sei
Se ela ainda tem seu endereço
Ou se lembra de você
Confesso que não perguntei
As nossas noites são
Feito oração na catedral
Não cuidamos do mundo
Um segundo sequer
Que noites de alucinação
Passo dentro daquela mulher
Com outros homens, ela só me diz
Que sempre se exibiu
E até fingiu sentir prazer
Mas nunca soube, antes de mim
Que o amor vai longe assim
Não foi você quem quis saber?
Obviamente no primeiro momento a música parecia mais interessante e até seria algo factível. O estranho é ver que aconteceu da mesma forma, com uma pequena mudança: desta vez não era mais o que canta; apenas escuto as palavras. Poderia nem saber disso, mas, afinal, "não foi você quem quis saber?".
Tudo poderia ter sido diferente? Talvez sim. Se as informações tivessem sido colocadas na mesa antes, seria possível ver que algo poderia não estar como parecia: Muito bem.
Uma pena, não sei ler pensamentos.
Uma pena, tudo aconteceu igualzinho: "é divertido passar um tempo com o amigo", "é divertido passar mais tempo com o amigo", "coincidência de lugar"... mas, calma ae, teve uma pequena diferença: eu esperei o efeito do álcool passar.
Agora, 1 ano parece melhor do que 6 meses. Triste ver que este que vos escreve é um otimista, que pensava o problema estar em 6 meses ao invés de 4 semanas. Ilusão... Otimismo... Por que não pensou que a história não se repetiria?
Decepcionante e ponto, espero que final.

1 Comments:
aliás, feliz (?!) post 200.
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