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vai, vem, vai, vem...

E há de chegar o dia em que olharei para estes textos e direi a plenos pulmões: Puta merda! Que coisa ridícula! Será que vai ser amanhã ou foi ontem e não percebi?

domingo, maio 29, 2005

Palavras, apenas palavras.

Será que está indo tudo como o esperado? Aliás, o que é esperado? Nem eu sei. Tudo está confuso demais. Os dias passam, um após o outro, e certas coisas não mudam. Continuam os problemas de concentração para estudar, mas as provas não só da faculdade estão chegando como o previsto. Ainda não veio a coragem necessária para intensificar o treinamento para a meia-maratona. As noites de sono não têm sido tão longas ou confortáveis quanto o desejado. Algumas amizades parecem estar se afastando perigosamente. E, por fim, a mulher da minha vida teima em não se apresentar.
A primeira, e mais óbvia, idéia é a de culpar o ano letivo e desejar férias. Bom, tenho certeza de que dias seguidos não são a solução... escapismo não vai resolver nada, afinal, sempre vai ter um novo período pela frente. Se não for na graduação de economia, vai ser no mestrado ou no direito.
Deve haver alguma outra solução... ei, nem precisa perder seu tempo aqui, pois é provável que não descubra a solução para os meus problemas neste post. Se não consegui em meses, acho difícil ser em apenas algumas linhas. Mas ainda assim não sei por que me deu esta súbita vontade de digitar o que vem à minha cabeça sem pensar, apenas digitar.
É melhor atacar os problemas pontualmente. Quanto a estudar, sei lá, a pressão vai fazer tudo funcionar como sempre funcionou... estudo de véspera, não aprendo direito e fico com uma nota abaixo da que queria, mas nem ouso reclamar que tinha capacidade de ter feito mais: seria pura hipocrisia, o "se" não "é". O problema maior é a porra da monografia e a prova do mestrado... o restante, realmente vai se encaixar no esquema descrito anteriormente. Esses dois, no entanto não permitem uma nota qualquer... a segunda chance é só no ano seguinte.
Bom, quanto ao treinamento... acho que está relacionado ao problema do estudo, pois a preocupação com o primeiro me faz desperdiçar horas improdutivas que poderiam ser usadas para correr.
O terceiro problema é uma soma dos dois anteriores e travesseiros ruins... deixa esse pra lá, é complexo demais. E quem é que precisa dormir mais que 5 horas?!
Próximo... bom, acho que faltam umas ligações telefônicas e, como diziam os funkeiros, "mandar uma real". Será feito nesta semana, sem falta. Se piorar a situção, problema, melhor assim.
Por fim o último item, que realmente nem vale a pena pensar sobre. Essa aí pode surgir num elevador, morar no andar de baixo, esbarrar num show, ser amiga de longa data... iiiiiii tem uma infinidade de opções... Isso fica para alguma outra data.
Resumindo... Cara, você realmente teve vontade de chegar até esa linha?! ok.
musiquinha... deixa eu ver: The Cranberries - Dreams
Oh my life is changing everyday
in every possible way
And though my dreams
it's never quite as it seems
Never quite as it seems
I know I felt like this before
But now I'm feeling it even more
Because it came from you
Then I open up and see
The person fumbling here is me
A different way to be
I want more, impossible to ignore
Impossible to ignore
And they'll come true
impossible not to do
Impossible not to do
And now I tell you openly
You have my heart so don't hurt me
For what I couldn't find
Talk to me amazing mind
So understanding and so kind
You're everything to me
Oh my life is changing everyday
In every possible way
And though my dreams
it's never quite as it seems
'cause you're a dream to me
Dream to me
PS: LOST, do AXN é viciante... fiquei vendo a "maratona Lost" hoje, de 4 as 10 e, porra, já estou maluco pra ver o novo episódio amanhã as 8.

segunda-feira, maio 23, 2005

Completa sensação de impotência...

Estimadas (mas cabeças-duras) leitoras,
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podem ir tirando os pensamentos profanos da cabeça, porque o que quero falar hoje não é sobre a necessidade de usar comprimidinhos azuis, mas a incapacidade de mostrar que uma alternativa é melhor.
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Sim, isso é um caso real... aliás, qual não é?! Bom é terrível a sensação de impotência em conseguir convencer alguém de que o proposto é pensado numa forma de fazê-la mais feliz, mas não conseguir sequer retir um talvez como resposta. Toda a racionalidade parece ir para o lixo. Os argumentos (todos verdadeiro, faço questão de enfatizar que não são mentiras), capazes de trazer orgulho a Hobbes, revelam-se como como bolas de algodão, sendo disparada contra uma sólida parede de pedra. Todos eles atingem o intransponível obstáculo e caem, sem o menor efeito sobre a estrutura.
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O canhoneiro não desiste e continua tentando, em busca de alguma brecha em tamanha solidez, mas os sucessivos fracassos geram algum desânimo. Hora de para por alguns instantes e pensar em algo mais apropriado, pois há de existir alguma solução. (bom, encontro-me neste ponto, pensando em o que vai ser capaz de ultrapassar este intransponível muro)
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Melhor voltar a tentar, em algum momento vai ser possível atravessar tal proteção; proteção esta, que, de tão resistente e sólida acaba por manter seus conteúdo afastado do mundo exterior, preferindo olhar apenas para o que tem dentro de si mesmo com medo do que poderia existir no mundo exterior. Lembra-me bastante o mito da caverna... (olha só, uma sombra... outra sombra... esta é diferente, mas todas em preto e branco; depois, tarde demais... olha só! o mundo não é feito só de sombras, tem cores! Por que ficamos isolados aqui dentro, sem arriscar dar uma olhadinha lá fora?)
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Nesta fábula que está se formando em minha cabeça, o canhoneiro das bolas de algodão acaba de encontrar a solução para vencer o indestrutível muro. Se não pode passar por dentro do muro, por que não por cima? No entanto, não basta deixa que apenas o vento faça a sua parte... não, definitivamente, deixar tudo no ar não é a solução. Tem-se que continuar atirando as frágeis bolas de algodão, mas com uma angulação um pouco diferente, para que, aí sim, o vento as leve, gradualmente, para o outro lado do muro.
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Não, assim como o canhoneiro desta minha recém-criada fábula, não vou desistir. Posso até ter momentos de desânimo, já que é um tanto quanto decepcionante não conseguir mostrar a possibilidade de algo melhor, mesmo que revelando isso de diversas formas. E vai chegar o momento em que essa barreira que parece ser motivo de orgulho para aquele que habita seu interior, mostrar-se á inútil, um desperdício de recursos.
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Bom, isso até me lembrou um bom exemplo: a Linha Marginot, orgulho dos franceses até o início da segunda guerra. Uma verdadeira barreira, dita intransponível. Bom, realmente era, mas os franceses só se esqueceram de que ela não existia na fronteira com a Bélgica... é, alguma solução sempre haverá de ser encontrada.
música: estou na dúvida entre The cranberries e Sixpence none the richer... bom deixo cranberries prum momento futuro, melhor assim.
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Don't Dream It's Over
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There is freedom within, there is freedom without
Try to catch the deluge in a paper cup
There's a battle ahead, many battles are lost
But you'll never see the end of the road
While you're traveling with me
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Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
We know they won't win
.
Now I'm towing my car, there's a hole in the roof
My possessions are causing me suspicion but there's no proof
In the paper today tales of war and of waste
But you turn right over to the T.V. page
.
Now I'm walking again to the beat of a drum
And I'm counting the steps to the door of your heart
Only shadows ahead barely clearing the roof
Get to know the feeling of liberation and relief
.
Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
Don't ever let them win

quarta-feira, maio 18, 2005

Intuição... será que eu devo acreditar nisto?

Prezadas leitoras,

mais uma vez a minha intuição parece ter sido posta a prova. Não sei por que senti que a situação não era mais a mesma, algo havia mudado em uma ou outra frase, na forma de agir, talvez até num elogio que saiu num momento de desatenção. Por menor que fosse está mudança, minha mente mandou uma ligeira sensação de desconforto, ou de espanto (não sei bem o que), capaz de fazer-me atentar para o ocorrido.

No entanto a possível explicação do ocorrido não veio de imediato. Demorou algumas horas e veio por acaso, com a mudança de uma só palavrinha num texto. Tudo começou a fazer sentido, se é que assuntos relacionados à intuição possuem este privilégio.

Racionalista como sou, poderia tentar explicar a intuição como alguma reação no meu cérebro ao perceber que a situação não ocorrera como era o esperado. Também faria sentido e, da mesma forma me deixa mais curioso se a minha intuição está correta e se o que ocorreu realmente é o que penso.

Peço desculpas, minhas poucas mas fiés leitoras, mas este post não foi feito para ser entendido. Aliás, nem tente! Poderá até fazer sentido, mas não será a mesma idéia que se passa em minha mente perturbada.

Vou deixar para pensar nisso na minha aula de krav magá, conversando com meu conselheiro de todas as horas.

Prêmio para as que chegaram à derradeira linha:

There is freedom within, there is freedom without
Try to catch the deluge in a paper cup
There’s a battle ahead, many battles are lost
But you’ll never see the end of the road
While you’re traveling with me

Hey now, hey now
Don’t dream it’s over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
We know they won’t win

Now I’m towing my car, there’s a hole in the roof
My possessions are causing me suspicion but there’s no proof
In the paper today tales of war and of waste
But you turn right over to the t.v. page

Now I’m walking again to the beat of a drumA
nd I’m counting the steps to the door of your heart
Only shadows ahead barely clearing the roof
Get to know the feeling of liberation and relief

Hey now, hey now
Don’t dream it’s over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
Don’t ever let them win

segunda-feira, maio 16, 2005

O melhor fim de semana deste ano (até agora...)

Prezadas leitoras,

Como prometido ontem, volto aqui a escrever sobre o meu melhor fim de semana destes primeiros 5 meses do ano. Não sei como Papucaia (é isso mesmo, não é Sapucaia , Camanducaia, ou coisa parecida) pôde ser tão legal... Bom na verdade até que sei: teve uma mistura de exercícios físicos, krav magá, totó, dias perfeitos de sol e uns caras extremamente engraçados.

Uma coisa por vez: acordar cedo, correr, abdominais, flexões, um pouco de alongamento e sol na cabeça conseguem limpar a mente de qualquer pessoa. Nem adianta contestar, porque ou a pessoa se sente bem, ou ela desmaia. Independentemente da opção realizada, o resultado é o mesmo: mente limpa.

Em relação ao krav magá, vou falar apenas da teoria. Muito bom aprender coisas práticas, que podem ser feitas com um mínimo de força e bastante eficientes. Não só tinha a explicação, mas também a repetição a exaustão dos exercícios; ora derruba o outro no chão, ora defende de faca; ora imagina uma seqüência de golpes, ora imobiliza o agressor. Mas de certo isso não é tudo, o krav magá realmente não se resumiu apenas aos exercícios. Teve também toda a integração social.

Tenho que reconhecer... sempre achei que o que diziam sobre a "família" do krava magá era meio clichê, mas pude ver que não era bem assim. Realmente vi uma grande afinidade entre as pessoas, sendo todas elas abertas a um novo membro que quisesse se juntar aos demais (menos com os paulistas... hehehehe, mas aí já está implícito...). Acho que agora acredito um pouco mais no que dizem sobre a integração que há entre os praticantes.

O totó, foi uma grande piada. Era o local mais divertido para ficar entre os treinos. Formou-se um grupo (lógico que estava nele) com os seus "jogadores" sendo um mais ladrão que o outro. Piadas, histórias sem sentido, um sacaneando o outro e, é lógico, disputas particulares entre duplas. Como exemplo de quanto tempo o pessoal passava nesta mesa, vale o caso das minhas contusões: uma tendinite no pulso direito, por causa do joga na defesa. E nos dois dias de seminário, não tive nenhuma contusão, apenas dores musculares...

O sol não dava trégua. Foi um dia lindo após o outro. Porém, me esqueci de levar o protetor solar... resultado: queimado e meio vermelho (mas, acredito eu, sem perspectivas de "descascar").

Por fim... bom, melhor parar por aqui, porque ainda tenho que ir correr e já está tarde. Até outro dia.

domingo, maio 15, 2005

Um lembrete para mim mesmo...

Queridas leitoras,

esse post não foi feito para vocês... Ei, não vai embora! agora que começou a ler via até o final... você não é curiosa não?

Bom, trata-se apenas de um lembrete para o post de amanhã. Como hoje estou comuma idéia legal, mas sem tempo, é bom escrever ao menos o tema, para me lembrar quando rever esta página.

O assunto é um pequeno resumo do seminário de krav magá que aconteceu neste fim de semana. Muito legal, sobre úso de objetos comuns na defesa pessoal e princípio de agressão.

Isso é tudo. Agora sim, vocês pode voltar para coisas mais importantes, como a televisão, o segundo caderno do globo, o programa do ratinho...

quarta-feira, maio 11, 2005

Misunderstood

Queridas leitoras,

algo que eu nunca tinha imaginado aconteceu: leitoras associaram suas pessoas aos posts errados. É fácil ver que a linhas apresentadas nesta página não são apenas criação de uma mente perturbada; todas elas tem inspiração em fatos reais. Uns mais, outros menos, contudo, não há dúvidas de que são originados em minhas singelas experiências...

Como não gosto de envolver nomes, para evitar processos, procuro expressar-me de forma generalizada, por meio de metáforas, frases com sujeito oculto e outros recursos estilísticos. Até 30 minutos atrás, sempre acreditei que as mensagens, embora sem nomes, fossem fácilmente distinguíveis: quem tinha sido parte da história, via o meu ponto de vista e quem não tinha, participava, de forma razoavelmente distanciada, do que aconteceu.

Bom, ledo engano... acabei de descobrir o primeiro caso de misunderstanding amongst readers... Não vem ao caso, como é de praxe, citar nomes, sexo, ou data do post... isto basta.

Essa ocorrência foi até boa para me lembrar de que os textos devem ser escritos com esmero ainda maior, de forma a evitar interpretações além do desejado.

Cabe encerrar com uma frase de Kléber "Bambam": "Faz parte...", afinal, "quem
tá na chuva é pra se molhor" e "rapadura é doce, mas não é mole não..." mas não se preocupe, porque "a esperança é um bicho verde".

sugestão de música: não, essa definitivamente não é para ninguém nem tem nada a ver com como me sinto hoje... mesmo. Só é uma música que eu gosto muito e estou afim de tocar na bateria. Ao que tudo indica ela fala de uma pessoa, que sofre por um(a) maconheiro(a)... aliás, seguindo a cartilha da Secretaria Especial de Direitos Humanos, seria um dependente químico... foi mal. Mas se tiver alguma outra interpretação é só me avisar.

POEM TO A HORSE (SHAKIRA)

You're too far to bring you close
And too high to see below
Just hangin' on your daily dose
I know you never needed anyone
But the rolling papers for your grass
How can you give what you don't have

You keep on aiming for the top
And quit before you sweat a drop
Feed your empty brain
With your hydroponic pot
Start out playing with yourself
You get more fun within your shell
Nice to meet you but I gotta go my way

I'll leave again `cause I've been waiting in vain
But you're so in love with yourself
If I say my heart is sore
Sounds like a cheap metaphor
So I won't repeat it no more

I rather eat my soup with a fork
Or drive a cab in New York
`Cause to talk to you is harder work

So what's the point of wasting all my words
If it's just the same or even worse
Than reading poems to a horse

You keep on aiming for the top
And quit before you sweat a drop
Feed your empty brain
With your hydroponic pot
I bet you'll find someone like you
`Cause there's a foot for every shoe
I wish you luck but I've other things to do

I'll leave again `cause I've been waiting in vain
But you're so in love with yourself
If I say my heart is sore
Sounds like a cheap metaphor
So I won't repeat it no more

quarta-feira, maio 04, 2005

Como sempre, nada de importante...

Estimadas leitoras,

o autor deste blog comunica a todas que o momento não é propício a grandes posts ou temas que tratem de assuntos relevantes. As últimas semanas foram de puro desespero, em busca do estalo para começar a escrever a monografia... Imprimindo páginas e mais páginas, lendo textos inúteis, misturados com os relevantes... até que, finalmente, as primeiras linhas vieram! No momento, até que estão indo bem, mas precisam de dedicação quase que exclusiva. Portanto, este blog ficará um pouco prejudicado.

Mas para não falarem que a leitura foi um desperdício, vou deixar como sugestão de música, um verdadeiro presente de grego: "sitting, waiting, wishing", do Jack Johnson.

O cara realmente é um pé no saco! canta sempre com um tom de "pré-choro", mas vale... mais ou menos, pela letra (é... meu padrão musical deve estar caindo...). Na verdade é mais pela sonoridade mesmo, porque a letra tem erros gramaticais terríveis. AH! Dá uma olhada e depois tire suas próprias conclusões.


Sitting, Waiting, Wishing
Jack Johnson


Well I was sitting, waiting, wishing
You believed in superstitions
Then maybe you'd see the signs

The Lord knows that this world is cruel
I ain't the Lord, I'm just a fool
Only lovin' somebody don't make them love you

Must I always be waiting, waiting on you
Must I always be playing, playing your fool

I sang your songs, I danced your dance
I gave your friends all a chance
But putting up with them
Wasn't worth never ever having you

Maybe you've been through this before
But it's my first time so please ignore
These next few lines cause they're directed at you

I can't always be waiting, waiting on you
I can't always be playing, playing your fool

I keep playing your part
But it's not my scene
Want this plot to twist
I've had enough mystery
Keep building it up
Then you shooting me down
But I'm already down

Just wait a minute
Just sitting, waiting
Just wait a minute
Just sitting, waiting

Well, if I was in your position
I'd put down all my amunition
I'd wonder why it had taken me so long

But the Lord knows that I'm not you
And if I was, I wouldn't be so cruel
Cause waitin' on love ain't so easy to do

Must I always be waiting, waiting on you
Must I always be playing, playing your fool


Ps: 5 anos de responsabilidade fiscal! E pensar que o PT votou contra isso... O mundo dá voltas.