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vai, vem, vai, vem...

E há de chegar o dia em que olharei para estes textos e direi a plenos pulmões: Puta merda! Que coisa ridícula! Será que vai ser amanhã ou foi ontem e não percebi?

quinta-feira, junho 30, 2005

não desce bem...

Nem cumprimento...
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esse é quase que um post consecutivo. Preciso escrever pois o sono não vem mesmo. Primeiro pq eu acabei mandando a informação errada pra pessoa errada. Não sei onde enfio a cabeça... Tem coisas que se pensa, mas não devem ser ditas, pelo menos para a pessoa a que se referem. Não era nenhum xingamento... (prefiro falar isso na cara) mas foi algo que pode ter sido sincero demais, algo de mim que eu não queria revelar pra essa pessoa. Não, ela não tinha que saber como me sinto, o que penso.
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Paradoxal para alguém que escreve num blogger, não?
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Não, nem um pouco. Tudo o que é escrito aqui, de alguma forma, passou pelo meu crivo antes de ser publicado. Algumas vezes foi mais rígido, imaginando que pessoa poderia estar lendo; outras, bem menos preocupado, mas ainda assim, sabendo que, por ter sido publicado, alguém iria ver e interpretar.
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Porém, o que disse, ou melhor, escrevi, foi algo jamais imaginado em ser lido por todos ou por outras pessoas além da que eu queria que lesse.
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Há males que vem para bem... não sei se esse pode ser um... estou confuso demais para concluir alguma coisa. Agora, quem eu não queria que soubesse, sabe. Ao menos o problema de informação assimétria foi diminuído. Eu continuo meio que tateando no escuro. Decepcionado, perdido, triste...
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O que é que faltou, hein? Será que esperava mais coisas logo no primeiro momento, enquanto ainda não tinha toda essa intimidade...? se foi isso, que desperdício, porque tudo viria depois, ao seu tempo.
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Tomara que o lema dos ônibus esteja certo: "tudo na vida é passageiro, menos o motorista e o trocador".

quarta-feira, junho 29, 2005

Um gigante com pés de barro...

Vocês que estão lendo isso,
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odeio o msn. Para falar a verdade, odeio conversar pelo msn. Em parte, isto tem origem no fato de problemas do programa em enviar e receber mensagens, mas, principalmete, por ser o grande meio pelo qual me as pessoas me enviam más notícias. É terrivel. Ler alguma frase que não era esperada e não poder FALAR olhando nos olhos, saber os detalhes, argumentar, ter algum diálogo de verdade.
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Nestas última semana meu humor esteve maravilhorsamente bom, mesmo com toda a pressão para a entrega da monografia, provas e noites sem dormir. Estava tudo baseado nas notícias agradáveis que me eram passadas. No fim de semana, fiquei melhor ainda. Parecia que estava tudo caminhando bem, para um equilíbrio mais feliz, para todos.
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Mas algo nesta felicidade estava um pouco errado e eu já sabia disso. Sabia que estava tudo baseado em uma frágil base. Demorou para ser construída, mas desabou de uma só vez, com uma mensagem do maldito msn. Lá se foi meu bom humor. Acabou com o meu dia e minha sexta.
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Acho que tudo o que tinha que ser dito já foi, pelo menos por agora... não se deve escrever uma carta quando estiver de cabeça quente.
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Será que o motivo do meu equilíbrio realmente deixou de existir? Não sei, ainda falta ouvir a notícia ao vivo. Amanhã será um longo dia.
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Se amanhã não tivesse que estar cedo na aula, certamente iria correr na praia até o limite, pra não ter como pensar em nada além do meu próprio cansaço, mas, pelo visto, vou ficar sem dormir mesmo.
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Música? acho que Lenny Kravitz, em especial, "It ain´t over ´til it´s over". Pq como já dizia o profeta, "o jogo só acaba quando termina"

quarta-feira, junho 22, 2005

Fudeu, fudeu, fudeu, fudeu...

Desesperadas Leitoras,
ops, foi mal, o deseperado aqui sou eu. Corrigindo: Adoradas leitoras, até me espantei ao ver que a 8 dias já não postava nada aqui. Bom, a situação continua muito enrolada e dificilmente será possível que dedique mais do que 15 minutos a este blogger até quanrta-feira. Ainda estou atrasado com a monografia e só me restam 5 dias. Ao menos meu orientador, ao que tudo indica, um otimista claro, acredita que o texto está bom, restando "apenas" completar com as minhas contas, conclusão, introdução e formatar. Se minhas obrigações acadêmicas fossem somente esta até terça-feira, estaria tudo bem mais tranqüilo. No entanto, ainda existem 3 provas, em seqüencia, de sexta até terça, para as quais não estou minimamente preparado.
Resumindo, acho que vocês já sabem qual é o pensamento que corre incansavelmente em minha cabeça: F_ _ _ _, F _ _ _ _, F _ _ _ _....

Meu humor, por algum motivo (eu acho que sei, mas vocês... não, vocês não sabem), continua inexplicavelmente bom.

Como recebi reclamações de uma Leitora que ficou com uma música de banda ex-juvenil grudada na cabeça, vou fazer algo para resolver o problema desta pobre criatura: Colocar outra música grudenta, que não sai da minha cabeça. Poderia ser qualquer uma do Kid Abelha, que são sempre um chiclete encefálico, mas prefiro uma outra, bem mais potente. Pelo menos vai mudar um pouco o ritmo...

RIGHT KIND OF WRONG (LEANN RIMES)

I know all about,Yeah,
'bout your reputation
And how it's bound to be a heartbreak situation
But I can't help it if I'm helpless
every time that i'm where you are

You walk in and my strength walks out the door
Say my name and I can't fight it any more
Oh I know, I should go
But I need your touch just too damn much
Lovin' you, That isn't really something I should do
I shouldn't wanna spend my time with you yeah
Well I should try to be strong
But baby you're the right kind of wrong
Yeah baby you're the right kind of wrong

Might be a mistake
A mistake I'm makin'
But what your givin' I am happy to be takin
''Cuz no ones ever made me feel
The way I feel when I'm in your arms

They say your something I should do without
They don't know what goes onwhen the lights go out
There's no way to explain
All the pleasure is worth all the pain
Lovin you, That isn't really something I should do yeah
I shouldn't wanna spend my time with you yeah
Well I should try to be strong
But baby you're the right kind of wrong
Yeah, baby you're the right kind of wrong

I should try to run but I just can't seem to
'Cuz every time I run your the one I run to
Can't do without what you do to me,
I don't care if i'm in too deep yeah

I know all about,yeah 'bout your reputation
And how it's bound to be a heartbreak situation
But I can't help it if I'm helpless
Every time that I'm where you are

You walk in and my strength walks out the door
Say my name and I can fight it any more
Oh I know, I should go
But I need your touch just too damn much
Yay-hey-yeahLovin you, yeah, isn't really something I should do
I shouldn't wanna spend my time with you yeahwell
I should try to be strong (I should try to be strong)
But baby you're the right kind of wrong (right kind of wrong)
Baby you're the right kind of wrong
Baby you're the right kind of wrong
Baby your the right kind of wrong


Ps: já vi um bando de detalhes pra corrigir na letra, mas vai ficar assim mesmo... estou sem tempo e vontade de fazer-lo. Espero que a música já esteja grudando...

terça-feira, junho 14, 2005

Won´t you save me...

Prezadas Leitoras,
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hoje não vou poder me dar ao luxo de gastar mais que 10 minutos aqui, resumindo, texto pequeno: ufa! sei que você pensou isso, pode confessar... é, a monografia está me matando. Aliás, o que me mata é ficar o dia inteiro na frente do computador e não conseguir avançar mais que duas páginas. E fatam só 14 dias. E, até agora, só tenho 11 páginas de texto decente. faltam mais umas 13 ou 14... mais 5 de introdução e conclusão e pronto. Minha preocupação está exatamente nas 14 páginas intermediárias. Parece que não tenho mais o que falar de importante. Bom, agora que vocês já sabem o porquê da minha falta de tempo nas próximas semanas, vamos ao que interessa, se é que interessa...
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Achei sem querer uma música cujo ritmo me agradava. Comecei a ouvir a letra e vi que tinha umas partes interressante. Beleza, pensei, vou buscar no google, baixar no e-mule e leio com mais detalhes. Para a minha vergonha, a música da qual tanto gostei é a seguinte:
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Hanson (bléeeeeerg) - Save me
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Fazer o que... já dizia um amigo meu: "gosto não se discute, lamenta-se!"
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Mas não é que, por motivo estrita e completamente pessoais eu achei essa música a melhor que poderia ouvir hoje... Meu cérebro deve estar derretendo, ou então, devo estar meio carente mesmo... ah... deixa pra lá. Divirtam-se com a letra abaixo... se bem que eu não duvido nada que 2,75 das minhas 4,5 devam saber cantar do início ao fim.
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Loving you like I never had before
I'm needing you to open up the door
If begging you might somehow turn the tides
Then tell me to I've got to get this off my mind

I never thought I'd be speaking these words
I never thought I'd need to say
Another day alone is more than I take

Won't you save me, 'cause saving is what
I need I just want to be by your side
Won't you save me, I don't want to be
Just drifting through the sea of life

Listen please, don't walk out the door
I'm on my knees, you're all I'm living for
I never thought I'd be speaking these words
Never thought I'd find the way
Another day alone is more than I take

Won't you save me, 'cause saving is what
I need I just want to be by your side
Won't you save me, I don't want to be
Just drifting through the sea of life

Suddenly the sky is falling
Could it be it's too late for me
If I never said I'm sorry, then I'm wrong, I'm wrong
Then I hear my spirit calling
Wondering if she's longing for me
And then I know that I can't live without her

Won't you save me, 'cause saving is what I need
I just want to be by your side
Won't you save me, I don't want to be
Just drifting through the sea of life
Won't you save me
Won't you save me
Won't you save me

domingo, junho 12, 2005

Será que tenho um coração ou é só mais um problema mental mesmo?

Adoradas Leitoras,
deveria estar dormindo agora. Deveria ter escrito mais umas 5 páginas da monografia, mas só saiu uma). Deveria ter saído ontem para encher a cara. Deveria ter corrido hoje na praia, para voltar a treinar sério. É fato. Deveria ter feito isso tudo, mas não fiz. Então, já que estou aqui vou continuar para organizar meus pensamentos de uma vez (é lógico que não vou conseguir, você ainda não percebeu isso? Se conseguisse, qual seria a graça de escrever?!).
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Esse post está sendo motivado por um filme que acabei de ver no telecine: "Brilho eterno numa mente sem lembranças". Para alguns, o que vou dizer vai parecer um sacrilégio, mas este filme foi o melhor que vi nestes últimos anos, superando, com certeza, o filmaço que me fez ficar, ontem, acordado das 10 as 3 da manhã: "O Poderoso Chefão 1 e 2". Talvez o filme só tenha um grande concorrente: "Sweet November". O que está acontecendo comigo? Como eu fui dizer isso? Tá, ok, é verdade, então não tem jeito. Aliás, esse fim-de-semana foi só de filmaços. Ainda teve o "Pacto dos Lobos" (um filme francês, tipo hollywoodiano, que me traz muitas memórias, de um passado que hoje me faz sorrir).
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Memória, realmente é sobre isso que quero falar. Tanto "o brilho eterno", quanto o "sweet november" e o "pacto dos lobos" me fizeram lembrar de algo que por muito tempo quis esquecer. Bom, na verdade, no começo tinha medo de esquecer. Era muito tempo na minha vida. Mais do que isso, era uma parte de mim, da qual não era possivel me separar enquanto não tivesse para onde ir. Porém, quando as esperanças deram sinal de que não durariam, e algum tempo passou, fui forçado a criar uma nova parte, sozinho, para que pudesse tentar extirpar o passado. O medo de esquecer foi transformado na vontade de eliminar lembranças, de torná-las as piores possível, afinal, se não era para ser, por que então guardar algo que pudesse me querer ter tudo novamente. Se algo tinha que ser destruído, que fossem as partes boas, para evitar que a sensação ruim do "não ter" ressucitasse após uma morte natural, que chegaria com o passar do tempo. substituído por um certo tipo de revolta e a tentativa de apagar qualquer coisa que pudesse me lembrar.
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É estranho, mas vendo este filme, agora a pouco, percebi que realmente não queria ter esquecido tudo, e foi isso o que aconteceu, muitas das memórias ainda estão lá, escondidas no meu cérebro, por mais que eu nem pensasse nelas. Viagens, brigas, pequenas aventuras, momentos da lei de murphy e até o marasmo. Estranho... lembro do primeiro dia, do dia anterior, do calor, da praia, do nervosismo, "talvez", cor-de-rosa, "a senha", aparelho, "biscoito", banho, chão, "piscina e bolo", minha cara de criança, alanis (eu odiava), the sims, eternity, livros que caiam da prateleira, andar a pé, de bicicleta, porteiros, velas, farofa, cozinhar (e comer os ingredientes antes), brigas pela saúde, dor de cabeça, séries da sony, Loo, "relações públicas", vestido de formatura... bom, acho que poderia passar a noite enumerando essas lembranças. Tenho até algumas poucas páginas de uma vã tentativa de passar para o papel tudo o que tinha se passado. Mas não, por maior que fosse o medo de perder, não ia valer a pena, seria simplesmente desperdiçar o futuro para guardar algo que não voltaria a existir. Poderia me lembrar daquilo na hora que quisesse, é verdade. Mas qual teria sido então o valor de relembrar algo sozinho? Qual seria a graça de rir de algo do passado, sem ter com quem continuar no futuro? Não, essa realmente não seria uma solução sábia.
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Este filme me fez lembrar de coisas latentes na minha cabeça. No começo até pensei em mudar de canal e ver algum filme de pancadaria, ou alguma série qua não fosse "mas about you" (não sei bem o porque, mas desde o tempo em que vivia o que hoje são lembranças, sempre achei que esta série refletia bem o modo que tudo ocorria... bom, nunca tive a concordância da outra parte a respeito desta opinião... mas fazer o que? Eu achava Alanis depressiva demais para o meu gosto. Engenheiros e Raimundos sempre foram mais legal...) .
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Não mudei e percebi que ocorria comigo algo semelhante ao do filme... não, não tem nada a ver a ir apagar a memória. Quero dizer que assim como no filme, quando se olha para trás e se pensa em alguma coisa que magoava, as memórias que vêm à tona são as boas. Isso era realmente o problema, pois, como seria possível deixar uma mágoa de lado enquanto as lembranças são aquelas boas? Não quero dizer que as brigas deixem de existir, mas elas passsam a ter um gosto diferente, ainda mais porque sempre foram resolvidas no mesmo dia, não importando o que fosse.
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Bom, mas não tem jeito. As coisas mudam, as pessoas mudam, o tempo muda, dúvidas aparecem e o clima fecha, ou pior, esfria. E algumas semanas neste inverno são capazes de congelar qualquer líquido incandescente, inclusive uma débil chama, talvez de uma vela de canela. O que resta? Umas lembranças. Fotos são poucas. Máquinas digitais não estavam na moda, nem era comum tirar fotos do dia a dia.
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Quanto às lembranças, aí é que está. Elas servem para repensar tudo o que aconteceu, como num treinamento mental, para não repetir os mesmos erros. E olhando para elas fica claro que tudo poderia ter sido diferente. É lógico que foram bobagens o que separou. Mas agora já não importa mais, eu acho. Minha preocupação não é mais com a pessoa, mas com o relacionamento. talvez tenha errado uma vez, ao não perceber que tudo sempre tem um jeito (inclusive a morte, antes que você pense neste contra-argumento, mas isso é assunto pra outro post). Talvez tenha faltado olhar rapidamente para as memórias e ver que valia a pena. Mas seria muita ingenuidade acreditar que seria possível olhar para o passado num momento tão recente aos acontecimentos. Ainda não havia passado tempo o bastante para deixar a ficha cair e imaginar que aquilo era passado.
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Não me arrependo nem poderia, porque se escrevo algo assim hoje, foi porque vivi tudo isso após ter participado da tomada de decisão. Meu comportamento e novas experiências, certamente participaram nesta elucidação de problemas antigos. Se não tivesse concordado, tudo seria diferente, mas não necessariamente melhor, pois minha cabeça ainda seria a mesma do passado.
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Bom... fico feliz em perceber que este erro não será cometido novamente, não mesmo. É lógico que ainda tem uma infinidade de coisas novas para errar, mas se não forem as mesmas, já é um bom começo.
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Acho melhor ir dormir agora. Vou aproveitar que ainda estou satisfeito com as minhas respostas para as dúvidas que vieram à minha cabeça. Talvez amanhã tudo se mostre diferente e eu venha a "desdizer tudo aquilo o que disse antes", mas (embora já seja um clichê): "Eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante".

música? que tal, "someday we´ll know"...

sexta-feira, junho 10, 2005

Desisto... ou não....

Prezadas leitoras,
não sou Papai Noel em véspera de natal, mas já estou de saco cheio. O universo continua em expansão, a terra gira, o tempo passsa, mas certas coisas não evoluem. Pior do que isso. Demandam tempo, concentração, imaginação, meu bom humor, mas parecem não sair do lugar. Parece uma completa perda de tempo. Ei, ei, ei... nem pensa em tentar descobrir do que é que falo, como sempre vai dar merda. Não pense. Leia. Bom, se quiser pode ir ler Paulo Coelho, porque os textos devem estar no mesmo nível e você ainda vai ter a vantagem de poder contar para todos que você leu mais um livro deste renomado escritor! (para falar a verdade, é melhor não contar para ninguém... é melhor para a sua reputação)
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Ah, maldita idéia a minha de seguir com isso adiante. Se por um lado já estou completamente saturado com este problema, por outro já o transformei em uma questão pessoal. Não adianta resistir, eu vou vencer e não demora muito. ... ... ... Alguma idéia do que estou falando? Já falei, desista, querida leitora, o seu umbigo não é o centro do universo, nem o objeto de minhas linhas é tão óbvio.
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Continuando... meu planejamento tem que seguir como o determinado no momento em que me deparei pela primeira vez com este, agora, problema. Vi, gostei e decidi que ia rolar até o final. Agora falta pouco e nem penso em desistir.
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Ok, ok, ok... Antes que me enviem uma carta bomba eu conto: MONOGRAFIA. 17 são os dias que tenho para terminá-la; mínima tem sido a produtividade; já pensei em trancar a matéria e continuar no outro semestre, mas agora é pessoal: comecei, vou até o fim, não importa se vai ter mais um bando de noites viradas pra escrever uma mísera página. O tema, a princípio, confesso que não era o que eu esperava. Pareceia meio estranho. Mas agora que já conheci melhor, inclusive em alguns de seus detalhes; após horas e horas pesquisando na internet, não tem jeito: gostei mesmo.
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Se você realmente tinha pensado em monografia como tema deste post, deixe um comentário, com nome e e-mail, porque você merece um prêmio. Ou não... vai ver eu é que me tornei previsível demais, ou não.
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Música: novamente peço desculpas para as leitoras mais sensíveis, mas a letra que segue é tão engraçada quanto detentora de termos de baixo calão (em outras palavras, cheia de sacanagem mesmo!). Para os que seguem para a linha de baixo, bom divertimento.
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ABRE ESSAS PERNAS PRA MIM (Paulo de Carvalho)
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Abre essas pernas pra mim, baby
Tô cansado de esperar
Você dá pra todo mundo
Só pra mim que você não quer dar
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Esse papo de pele e química
Não tem nada a ver
Não é filme, nem novela
É só sexo, eu e você
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Já deixei você nua em pêlo
E na hora você deu para trás
Então abre essas pernas pra mim, baby
Pra aprender como é que se faz
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Você pode dizer o que quer
Nem por isso vou dar pra você
Eu só transo com quem eu quero
E na hora que eu escolher
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Animal é que trepa sem sentir e sem gostar
Não sou bicho e nem planta
Nem boneca pra você me usar
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Você vem com essa pica imensa
Pensando que vai me comer
Eu não abro as pernas pra você, baby
Não adianta você querer
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Abre essas pernas pra mim
Que papo é esse de emoção?
Eu tô falando é de vai e vem
Será que você é sapatão?
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Nunca vi uma mulher
Que não gostasse de foder
Até hoje ninguém disse não
E a primeira vez não vai ser você
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Estou te oferecendo
Vinte centímetros de prazer
Abra essas pernas pra mim, baby
Vai ser bom, você vai ver
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Me tire da cabeça
Não adianta me cobiçar
Sei que você come todo mundo
Mas comigo não vai rolar
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Nem tua grana, nem teu carro
Nada vai me convencer
Não sou burra nem tô a venda
Nem pagando você vai me ter
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Pode ir pro banheiro
E tocar uma bronha se quiser
Eu não abro as pernas pra você
Digo não e sou mulher
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Você diz que a minha grana não te compra
Você diz que só faz com emoção
(Só com amor, benzinho!)
Vou provar que todo mundo tem um preço
Vou provar começando o leilão
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70 - Não!! 90 - Não!! 150 - Não!!
300 - Não!! 600 - Não!! 790 - Não!!
800 - Não!! 900 - Uma milha
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Assim eu dou
Não dá pra agüentar
Assim eu dou
Não dá pra negar
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Só não pense que eu sou puta
Estou gostando de você
Vou abrir minhas pernas
Por amor e por prazer
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Puta? Você? Nem pensar!
Puta, você? O que é que há?
Foi amor a primeira vista que eu vi!
Foi "química e lance de pele bem aqui"!
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Benzinho, você sabe
Eu te amo tanto
Sabia desde o começo
Só faltava acertar quanto

segunda-feira, junho 06, 2005

Espelho, espelho meu...

Cara, que dia mais improdutivo! Ah é, desculpem a falha, prezadas leitoras, faltou o habitual endereçamento do post, ao cita-las logo na primeira linha. Sem este pequeno detalhe, como é que vocês saberiam que não se trata apenas de um post egocêntrico e narcisista? Lógicamente, ao citá-las, fica claro que as linhas que seguintes terão algum fim supremo, como, talvez, tentar resolver a fome no interior do nordeste, ou, quem sabe, o problema da dívida de estados e municípios... Bom, deixem isso para lá e vamos ao que interessa.
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Por que as pessoas tentam se enganar? Essa dúvida foi lançada na minha cabeça há uns 15 minutos e eu acho que pode ter alguma serventia gastar mais uns 20 pensando nela (na dúvida).
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Por quê? Bom, deixa eu ver... no momento eu posso me ver no espelho, olhar minha barriga. Constatar que ela está um pouco maior do que eu esperava e dizer pra mim mesmo que ela não está lá. É o espelho que está um pouco deformado... natural, aliás, eu sempre achei este espelho vagabundo mesmo. Esse sem dúvida é o primeiro motivo: tentar conviver, no curto prazo apenas, com uma realidade mais agradável. Problema: só funciona no curto prazo... depois de algumas tentativas, o remédio deixa de fazer efeito e o problema só passa se voltar a imaginação deixar de funcionar e as respostas mirabolantes sairem de cena.
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Deve ter alguma coisa a mais... Problemas com decepção? Talvez, seja o fato de não tentar nem emagrecer, por medo de sofre novamente com o efeito-sanfona. Algum trauma recente pode estar impedindo a oporutnidade de se ver livre da barriga. Assim, deixa-se de arriscar e resolver de uma vez por todas o problema, para tentar se enganar... (vai ver uma camisa mais larga caia bem...)
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É lógico que o post de hoje não é sobre dietas, nem pela paz no mundo. É só mais uma reflexão, que, até agora pouco me ajudou. Maldito problema da informação assimétrica! E, pior ainda, minha imaginação fértil! De tão fértil que é. tenho certeza de uma coisa: vai dar merda... E essa semana eu ainda resolvo algumas coisas pendentes. Não! A minha barriga está ótima! Aliás, barriga?! Que barriga? Deve ser os seus olhos.
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Certos assuntos já estão há um bom tempo para ser tratados. Está na hora de uma conversa ao vivo, olho no olho, para não ter mais dúvidas. Pode ser que dure 10 minutos, assim como pode durar umas 4 horas, talvez até de madrugada. Mas pensando bem, será que eu realmente quero ouvir o que pode acabar sendo falado. Não seria, então, melhor me enganar um pouco mais? É, acho que, sem querer, acabei descobrindo o motivo que tanto procurava para explicar minha dúvida inicial.
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música: nem interpretem: é só diversão mesmo... a letra não é lá muito recomendável para (pseudo) Santinhas... então não venha reclamar depois. tá avisado. pra quem quiser ouvir uma gravação (bem tosca... no cd está infinitamente melhor), veja neste endereço: http://www.velhasvirgens.com.br/ clicar no ítem jukebox, depois no primeiro cd deles (Foi bom pra vocês, 1995). Vai abrir outra tela e lá estará: morena lucifér. enjoy it!
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Velhas Virgens: Morena Lucifér.
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Eu quero te comer
Você não quer dar pra mim
Não sei o que fazer
Pra te deixar a fim
Eu só queria transar e te fazer gozar
Gostoso
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Já disse tanta coisa
E não adiantou
Ainda estamos de roupa
No elevador
Eu só queria transar e te fazer gozar
Gostoso
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Por mais que eu faça
Eu não esqueço essa sua bunda
E dos peitos não tem jeito
Ô sua vagabunda!
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Já 'tô de saco cheio
De todo esse clima
Você não sabe o que quer
Não fode nem sai de cima
Eu só queria transar e te fazer gozar
Gostoso
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Já falei tanta coisa
E você não me ouviu
Morena Lucifer
Que eu conheci no Rio
Pra mim chega de papo
Vá pra putaqueopariu!
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Ps: a primeira música também é divertidíssima.